Tem coisas boas acontecendo também. Tô trabalhando há quase 1 mês. Na área. Tá corrido, mas tá bom.
Agora estou realmente pensando no meu carrinho.Vi um carrinho ontem na loja, lindo...igual esse aqui em baixo:Pena que só cabe uma pessoa por vez. Amanhã vou atualizar os blogs...quero ver o que andou rolando nesse tempo que fiquei stand by.
Em tempo: Se tem uma coisa que não posso reclamar, muito pelo contrário, só agradeço, são meus amigos. Puta merda, vão ser legais assim aqui em casa. De verdade, sem fazer média, amo vocês. Obrigada pelo apoio, de verdade.
Quem já levou um fora põe o dedo aqui que já vai fechar. Posso estar me arriscando e escrever besteiras, mas até hoje nunca conheci alguém que jamais tivesse levado um fora. Todos já passaram por essa experiência dolorosa pelo menos uma vez na vida, principalmente na adolescência. Mas, embora levar um fora seja sinônimo de rejeição, nem sempre ele é tão difícil quanto parece. Isso depende muito dos atores envolvidos, principalmente da pessoa que dá o fora na outra. O desenrolar da história depende da forma como uma pessoa fala com a outra, de quemaneira se dá essa ‘dispensada’.
Existem as pessoas sensíveis, capazes de se colocar na posição do outro, de saber que as palavras podem machucar, e muito, se ditas de forma agressiva. Ninguém gosta de se sentir rejeitado, não correspondido, por isso é fundamental escolher bem as palavras certas e o melhor momento (se é que existe) para se dizer que você não está na mesma sintonia da outra pessoa.
Por sua vez, existem os famosos ‘patas de elefantes’. Esses não conseguem se colocar no lugar do outro, sentem uma certa raiva, talvez asco, pelo seu admirador e na hora de dizer ‘não’ se utilizam de palavras ríspidas e insensíveis, não se importando com o sofrimento alheio. Sua intenção é a de se livrar desse ‘abacaxi’ de uma vez por todas, antes que a situação se agrave.
O que fazer então? Pensar. Pensar muito na situação, na pessoa, em você e decidir qual a melhor forma de conversar com ela, de expor sua situação e suas intenções em relação a studo isso. De qualquer forma, mais importante do que dar o fora é pensar de que forma você fará isso. Meça bem as palavras, não deixe seu ego super inflado por ser o centro das atenções da vida de alguém. Tome conta da sua cabeça a ponto de não despejar sandices nos ouvidos alheios. Ah, antes de qualquer coisa certifique-se de que realmente a pessoa está interessada em você. Dar um fora em alguém que nem se quer cogitou a possibilidade de ‘algo mais’ com sua pessoa pode se tornar um grande embaraço, além de ser um senhor ‘fora’, pra você.
Enfim, não se sinta mal por levar um fora, afinal de contas, até a Angelina Jolie já levou um pé na bunda (eu acho) e, embora demore, a gente sempre se recupera no final.
Um provável casal tenta encontrar-se. O compromisso, assumido décadas antes, acaba sendo intermediado pelos gerentes dos hotéis nos quais se procuram. Quando, enfim, se vêem frente a frente, o encontro não se completa, ou melhor, o desencontro se completa e abrem-se perspectivas de novos encontros e desencontros. Nesta obra, Samir explora a experiência da relação com o outro, do encontro de indivíduos, que nos caracteriza humanos. Através da fraqueza de seus anti-heróis, o leitor/espectador entrevê a magnitude de nossa humanidade, do que podemos ser. (Mario Santana)
Sobre falar Merda Harry G. Frankfurt Um dos traços mais notáveis de nossa cultura é que se fale merda. Todos sabem disso. Cada um de nós contribui com sua parte. Mas tendemos a não perceber essa situação. A maioria das pessoas confia muito em sua capacidade de reconhecer quando se está falando merda e de evitar se envolver. Assim, o fenômeno nunca despertou preocupações especiais nem induziu uma investigação sistemática. Por causa disso, não temos uma idéia clara do que é falar merda, da razão para que se fale tanta ou para que serve. Brilhantemente escrito e cheio de humor, retrata o nosso tempo ao expor aquele ato que define com tanta precisão a sociedade moderna.35 Segredos para chegar a lugar nenhum Ivana Arruda Leite (org) '35 Segredos para Chegar a Lugar Nenhum', organizado pela escritora Ivana Arruda Leite, que leva a apropriadíssimo subtítulo de Literatura de Baixo-Ajuda, é uma oportunidade de gargalhar com três dezenas e meia de textos curtos que vão do sarcasmo ao lirismo, sempre na expectativa de que o leitor desopile seu fígado por meio do humor negro, esse inimigo mortal do sentimentalismo.
Esses dias fui fazer uma entrevista de emprego (aleluia irmãs) e no meio da coisa entrou um gordinho bonitinho na sala (que aliás era dele e tinha sido gentilmente cedida para a moça do RH), assim que olhei pra ele pensei - ah, que gordinho bonitinho - mas ele tinha aliança, então "desolhei". Beleza. Me concentrei na entrevista.
Quando cheguei em casa fui ver quem era o responsável pela área de marketing da empresa, já que a próxima etapa seria entrevista com ele...e não é que o gerente era o gordinho bonitinho? Ainda bem que as pessoas não podem ler pensamentos senão tava lascada.
Hoje ficou chovendo o dia todo aqui em Campinas. Nesses dias me dá um medo ir pra rua, principalmente se tiver que andar pelo centro da cidade. Lá é perigoso, mas não porque tem assaltos ou motoristas que ignoram pedestres e coisas assim, mas porque num tempo desses aparecem elas...as psicopatas de sombrinhas. Geralmente são mais velhas, estão sempre com muita pressa, não olham por onde andam e sempre que possível furam seus olhos com a aba, sempre solta, da sombrinha. Isso quando, às vezes, não resolvem prender as malditas sombrinhas no seu cabelo. E você pensa que elas param? Imagina, continuam apressadas e te levam junto. A não ser que você dê um belo puxão e perca uns bons fios de cabelo. Pois é, em dias assim eu tenho medo de sair a rua.
Em tempo:Hoje, durante a aula de redação (eu dou aulas de redação às vezes) li um texto onde o sujeito disse que os cachorros viravam sabão e que depois de descobrir um grande companheiro num cachorro sarnento, passou a protestar contra isso.Sabe como? Tomando banho com detergente. Acredita que ele escreveu isso no vestibular?Só por Deus, né? rs
É como um sol de verão Queimando no peito Nasce um novo desejo Em meu coração É uma nova canção Rolando no vento Sinto a magia do amor Na palma da mão É verão! Bom sinal! Já é tempo De abrir o coração E sonhar... (Canção de verão-Thomas Roth - Lulu Guedes)
Em tempo: Já escolhi meu carro. Agora falta achar o emprego, juntar o dinheiro, renovar a habilitação e voilá, tô pronta pra sair por ai com ele...rs Meta: Janeiro/2010
Ela existe sim, sabia? Comecei a perceber isso lá pelos 27/28. Vi que todas as pessoas que eu conhecia nessa mesma faixa etária estavam com uma certa angústia, com pensamentos profundos do tipo- quem estou, onde sou - essas coisas. E não fugi à regra. Quando dobrei o cabo pra fazer 29 o tormento começou. Devo ter ficado um ano inteiro fazendo essas perguntas repetidamente. Um saco. Dá um desespero. É bem parecido com a crise da adolescência, só que é pior porque você não é mais um adolescente, não pode ficar simplesmente deitado questionando o mundo, tem que dar a cara pra bater porque já é uma adulto, meio velho até...rs.
Dai, quando fiz 30 era como se simplesmente uma nuvem negra saísse da minha cabeça. E olha que no dia seguinte do meu aniversário eu torci meu tornozelo. Mesmo assim comecei a descobrir coisas sobre mim que eu não sabia muito. Percebi que ao longo do tempo tinha deixado de ser tão intempestiva, era mais paciente, atenciosa e corajosa até. Dai eu pensei assim- puxa vida, cresci. Parece besta, mas só quem passa por um processo assim que consegue se dar conta do "pulo do gato". Você não se torna adulto porque paga suas contas ou porque tem filhos, você se torna adulto porque começa a agir e pensar como um. Isso não quer dizer que tenha deixado de ser besta ou de fazer tontices por ai,claro que não, isso faz parte, mas é uma sensação de que agora o mundo tá ficando pequenino pra você. É uma sensação que eu chamaria de He-man - eu tenho a força, sou invencível. Mesmo que o mundo caia sobre mim, conseguirei me levantar.
E tenho dito!
Em tempo:Amigas com cabelos cacheados que gostam ou não de fazer escova, aqui vai uma dica maravilhosa - Loção Pré-escova Chopullate da Bioextratus - MARAVILHOSA. Ela realmente ajuda na hora da escova, o cabelo fica mais bonito, brilhante e a escova é mais fácil. Se você não quiser alisar ela fica maravilha também porque define os cachos. Ou seja, ela é demais. Não é propaganda, eu quero compartilhar um bom produto pra cabelos tóin óin óin como os meus.
Muito bom ganhar selinhos como esse que ganhei da Driiiii. Obrigada querida. Daqui a pouco eu vou trabalhar nos Correios...rs...piada infame. beijocas
Em tempo: estou reeditando, aos poucos, o Ponto Gel antigo + o Just My Imagination (meu primeiro blog). Agora vou poder ter todas, ou quase, as coisas que escrevi desde 2003. Oba.
"Não vou me deixar embrutecer Eu acredito nos meus ideais Podem até maltratar meu coração Que meu espírito ninguém vai conseguir quebrar". (Um dia perfeito- Renato Russo)
"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer". (Para não dizer que nao falei das Flores - Geraldo Vandré)
"O meu destino é querer sempre mais". (Bem que se quis- Nelson Motta)
"Não preciso dizer se é bom ou mau Assim como o ar me parece vital Onde quer que eu vá ou o que quer que eu faça Sem você, não tem graça." (Fogo- Capital Inicial)